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SEIFA- Seu Seminário Teológico

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Santificação: DOUTRINA ESQUECIDA POR MUITOS

Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor (aos Hebreus 12.14)

Santificação vem do grego hagiasmos e significa “tornar santo”, “consagrar”, “separar do mundo” e “apartar-se do mal”, a fim de termos comunhão com deus e servi-lo com alegria.

Ser santo é estar separado do pecado e consagrado a Deus. É ficar perto de Deus, ser semelhante a Ele, e de todo coração, buscar sua presença, sua justiça e a sua comunhão. Acima de todas as coisas, a santidade é a prioridade de Deus para os seus seguidores.

Paulo escrevendo aos Efésios, ele afirmou “se é que o ouviste, e nele fostes instruídos, conforme é a verdade em Jesus, a despojar-vos, quanto ao procedimento anterior, do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; a vos renovar no espírito da vossa mente; e a vos revestir do novo homem, que segundo Deus foi criado em verdadeira justiça e santidade” (4.21-24).

A santidade foi o propósito de Deus para seu povo quando Ele planejou sua salvação em Cristo (Efésios 1.4 “4 como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em amor”; também foi o propósito de Cristo para seu povo quando Ele veio a esta terra “ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mateus 1.21), “à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso”; “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção” (I Cor 1.2,30).

Precisamos também entender, que a santidade foi o propósito de Cristo para seu povo quando Ele se entregou por nós na cruz. Paulo ensinou “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela, a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, para apresentá-la a si mesmo Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível”.

A santidade é o propósito de Deus, ao fazer de nós novas criaturas e nos conceder o Espírito Santo (Leia Romanos 8.2-15; Gálatas 5.16-25; Efésios 2.10).

Sem santidade, nenhum de nós poderemos ser úteis a Deus “Ora, numa grande casa, não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de madeira e de barro; e uns, na verdade, para uso honroso, outros, porém, para uso desonroso. Se, pois, alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e útil ao Senhor, preparado para toda boa obra” (II Timóteo 2.20,21).
            Sem santidade, ninguém verá o Senhor
Através de toda a Bíblia, a santificação tem sido um elemento essencial na relação entre Deus e seu povo. Esta qualidade de ser separado do pecado é uma característica fundamental da santidade de Deus, que tem que ser desenvolvida como parte do caráter de seus filhos.

Deus Não Quer um Povo Andando de Qualquer Jeito; ELE QUER UM POVO SANTO!!! Já percebemos pelo que falamos acima, que desde a criação, Deus sempre quis um povo santo para si. Ele desejou uma comunhão especial com os homens que fossem capazes de andar com ele e falar com ele numa união especial. Mas a própria natureza de Deus estabelece limites para tal associação. Seu caráter santo não pode permitir ser contaminado pelo pecado e pela corrupção. Os homens só poderão estarem em sua presença se forem puros, separados, consagrados à Ele; permanecer na presença do grande “EU SOU” é uma questão tão somente pessoal.

Adão e Eva andavam no mesmo jardim que Deus, e falavam com Ele. Mas logo pecaram e perderam esta convivência especial. Foram expulsos do jardim do Éden ­separados de Deus­ o que foi a morte espiritual que Deus havia prometido como consequência do pecado (Leia Gênesis 2:17; 3:23-24). Pessoas sem santidade não há condições  de permanecer na presença do santo Deus, pois Ele é SANTO!

Depois que gerações de pecadores morreram num mundo corrompido, Deus escolheu os descendentes de Abraão para serem um povo santo. Ele os separou da má influência dos senhores egípcios e preparou uma terra onde poderiam habitar livres da corrupção dos povos idólatras. Ele até mesmo lhes deu uma lei especial, que ressaltava a distinção entre o puro e o impuro. Deus explicou a necessidade da pureza deles quando lhes deu essa lei:
"Eu sou o Senhor, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo. . . Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo" (Leia Levítico 11:44-45).

Contudo, o povo que Deus havia selecionado excepcionalmente e resgatado não permaneceu santo. Os israelitas repetidamente exibiram seu pecado aos olhos de Deus. Ele às vezes avisou que poderia entrar no meio da congregação pecaminosa e destruir o povo (Leia Êxodo 33:5; Números 16:44-45). Por quê? Simplesmente porque não pode haver comunhão entre a santidade de Deus e a impureza do homem. O homem tem que ser purificado, ou morrerá (Veja Isaías 6:1-7).

Deus ainda quer um povo santo, e providenciou, através de Cristo, o meio de purificar os pecadores para servirem-no. Os cristãos são o povo santo de Deus (1 Pedro 2:5,9). Aqueles que se dizem seguidores de Jesus deverão conduzir-se como um povo santificado e purificado da impureza do mundo; Ele não habita em templo sujo, contaminado.
A Santificação é Essencial para se ter Comunhão com Deus (Leia II Coríntios 6.14; 7.1). A igreja em Corinto estava rodeada de imoralidade e falsa religião. Os cristãos eram frequentemente tentados a voltar às más práticas do mundo. Paulo entendeu esta tentação quando lhes escreveu cartas de encorajamento. Ele ensinou que o pecado não tem lugar na vida do cristão. Nos versículos 14 e 15 ele disse: "Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?"

Encontramos nestes versículos uma lista de coisas que são totalmente opostas. Paulo não encoraja a nenhum tipo de compromisso. Ele não nos diz que um pouco de mal pode coexistir com a justiça. Em vez disso, mostra que não pode haver nenhuma tolerância do pecado na vida de um cristão. Os cristãos pecam (Leia I João 1.8,10), mas temos que admitir esses erros e procurar o perdão de Deus para manter a comunhão com Ele URGENTEMENTE (Veja também I João 1.9; 2.1).

Certas religiões e filosofias orientais ensinam que o bem tem que ser contrabalançado pelo mal e que cada bem é manchado por alguma quantidade de mal. Tais ideias contradizem frontalmente o ensinamento da Bíblia. Bem e mal são distintos e não podem existir em harmonia. Os discípulos de Cristo não podem comprometer-se com o erro, pois a santificação é baseada em nossa relação com Deus. Paulo continuou nos versículos 16 a 18 a dizer que a base para esta santificação é nossa relação com Deus. Nestes versículos, ele usa a linguagem das passagens do Velho Testamento para mostrar que Deus ainda deseja um povo santo: "Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? 


Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em cousas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso."

O desejo básico de Deus permanece inalterado. Ele quer ter íntima comunhão com seu povo santo. Mas um Deus puro não pode ter amizade com pecado; portanto, temos que separar-nos do mal e da impureza. Mas, para que não vejamos isto como uma tarefa desagradável de renúncia, teremos que nos lembrar do grande privilégio que é descrito aqui, especialmente no versículo 18. 

O Deus Todo-poderoso do universo, nosso grande Criador e Redentor, quer ser nosso Pai. Os cristãos têm imenso privilégio de serem chamados filhos e filhas do próprio Deus!

Que faremos para aproveitar desta abençoada amizade com Deus? O primeiro versículo do capítulo 7 oferece a conclusão prática desta passagem: "Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus."

Por causa do grande privilégio de sermos chamados filhos e filhas de Deus, temos que nos purificar de toda impureza. Não apenas 50%, 90% ou 99% do pecado, mas de toda imundície.

Por quê? Por causa de nosso respeito a Deus. Ele merece nosso serviço de santificação.

Temos que ser limpos de que tipos de impureza? Paulo menciona duas amplas categorias de pecado que têm que ser expurgadas de nossas vidas: Impureza da carne. Isto incluiria todas as formas de imoralidade e mundanismo. Pecados sexuais, embriaguez, desonestidade e todas as outras características da carne têm que ser abandonadas. Pessoas que praticam tais coisas não terão permissão para entrar na eterna comunhão com Deus (Leia Gálatas 5.19-21; I Coríntios 6.9-11; Apocalipse 21.8).

IMPUREZA DO ESPÍRITO. Impureza espiritual e religiosa também têm que ser removidas de nossas vidas. Os cristãos em Corinto estavam rodeados pela idolatria, por isso Paulo usou este exemplo específico. Estamos rodeados de uma variedade de doutrinas humanas e filosofias, práticas de espiritismo, adoração de santos e de imagens, etc. O verdadeiro cristão não pode continuar a participar de tais práticas impuras. Temos que limpar-nos de qualquer mal deste tipo (I Coríntios 10.14), adorando somente a Deus (Mateus 4.10). Nossa adoração a Deus tem que ser de acordo com sua verdade (João 4.24). Sem nos santificar, não teremos comunhão com o Senhor que morreu por nós.

Veja o que diz Paulo em II Cor 7.1 Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus”. Somente através de uma vida de santificação e pureza, o crente separa-se das paixões mundanas, dedicando-se sacrificalmente ao serviço de nosso Senhor Jesus Cristo.

Creio que todo crente comprometido com o Senhor deseja viver em santidade. A santificação é um processo, longo, e é realizada paulatinamente por meio do Espírito Santo naqueles que a buscam com um coração sincero e puro. Paulo amava os coríntios, por isso, os advertiu a viver uma vida de santidade na presença de Deus. O apóstolo, com amor e zelo, advertiu os irmãos a respeito do jugo desigual e da parceria com os incrédulos. Ele enfatizou o fato de que é preciso haver separação entre “luz e trevas”, “justiça e iniquidade”, “templo de Deus” e “templo de ídolos”.
URGENTEMENTE eu convoco a todo o povo de Deus, para que sejamos a diferença, a luz e o sal deste mundo.

Se tivéssemos a oportunidade de perguntar a qualquer ser humano se ele gostaria de viver com o Senhor eternamente, em um lugar de paz, tranquilidade, onde não houvesse nenhum tipo de sofrimento ou necessidade, com certeza a sua resposta seria SIM, quereria morar neste lugar.

Para que nós possamos usufruir dessas e de tantas outras bênçãos para nós reservada, devemos nos enquadrar na santa e gloriosa palavra de Deus.

Não existe meio termo; ou você É MESMO servo(a) de Deus, que anda em santidade (QUE É SANTO(a), pala palavra de Deus), ou simplesmente você é um desgarrado dos caminhos do Senhor e necessita ser renovado(a) e voltar aos pés do Senhor arrependido, clamando-lhe o perdão e com certeza Ele haverá de perdoar-lhe e sua vida será transformada e à partir deste momento VOCÊ VIVERÁ CONSTANTEMENTE EM NOVIDADE DE VIDA!!!
E PORQUE DEVEMOS SER SANTOS?
·    Porque Deus é santo. “porquanto está escrito: Sereis santos, porque eu sou santo (I Pedro 1.16); “porque eu sou o Senhor, que vos fiz subir da terra do Egito, para ser o vosso Deus, sereis pois santos, porque eu sou santo” (Levítico 11.45);
·  Porque sem santificação ninguém verá o Senhor. “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14);
·     E devemos ser santificados na verdade. “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (João 17.17).
SEJAMOS SANTOS, em toda a nossa maneira de viver. “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, alma  e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” I Tessalonicenses 5.23.

Escute e medite nesta linda melodia, entoada pelos nossos irmãos Anderson Freire e Fernanda Brum:

REFLITAMOS SOBRE ISSO!!!

AUTOR: Pastor Gesse James Lucena Limeira

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